quarta-feira, 30 de março de 2011

Fast food.. Comer ou não comer, eis a questão ?!





Fast food.. Comer ou não comer, eis a questão ?!
Hoje em dia virou moda, chegar fim de semana e não ter aquela janta da mamãe. O recurso é procurar a primeira lanchonete mais próxima e comer um super “Fast-Food “ , ou ate mesmo saindo com a galera pra comer um pastel, hot dog, pizzas e etc... muito bom, um programinha divertido que virou rotina na vida dos brasileiros. Só que muitos não sabem o mal que isso pode causar, virando uma rotina. A questão, no entanto, não é comer ou não comer em Fast-Foods. O problema é a freqüência com que se recorre a esse tipo de alimentação. Os pratos servidos nesses locais satisfazem plenamente as necessidades diárias de energia, proteínas e lipídios; porém, deixam a desejar quando o assunto são nutrientes.

Por quê? Bem, ...
No Fast-Food, normalmente sobra:

* Gordura
Num Fast-Food, os pratos são, geralmente, frituras regadas a muita maionese e outros molhos. Esse excesso de gordura saturada na alimentação resulta em aumento da taxa de colesterol sangüíneo, que, por sua vez, pode causar o câncer de cólon, o entupimento das artérias, o enfarte e o derrame cerebral. É aconselhável, portanto, que pessoas obesas reavaliem se a freqüência com que estão consumindo esse tipo de alimento não está colocando em risco sua saúde.

* Sal
Além do sal já presente na maioria dos pratos, muitos costumam acrescentar ainda mostarda, ketchup e toda sorte de molhos. O resultado pode ser a hipertensão arterial: um dos fatores de risco para os cardiopatas.

* Açúcar
Geralmente o acompanhamento do prato é o refrigerante, o que só faz engordar. Além disso, refrigerantes podem provocar cáries.

E faltam:

* Vitaminas
Estas substâncias orgânicas têm por função promover e manter o bom equilíbrio vital (visão acurada, formação de células do sangue, dos ossos e dos dentes, um bom ritmo cardíaco e convertem outros ingredientes em energia).
Como o corpo humano não é capaz de sintetizá-las, precisam ser ingeridas diariamente.

* Sais Minerais
São micronutrientes que contribuem para conservar e renovar os tecidos do corpo humano, excitar as células nervosas e desencadear bom número de reações químicas no organismo.

* Fibras
São importantes para o bom funcionamento do intestino e ajudam a reduzir o nível de colesterol no sangue.
Refeições de Fast-Foods geralmente são pobres em fibras, pois se utilizam pouco dos vegetais folhosos, das frutas com casca e dos cereais integrais. 
Vai continuar mantendo essa rotina ??? 

segunda-feira, 28 de março de 2011

O nosso cérebro é incrível

INFLUENZA A (H1N1)

É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Em caso de dúvidas, consulte o seu médico




Relacionamento ruim com chefe é prejudicial á saúde




Pouca autonomia no trabalho pode aumentar em 67% o risco de doenças cardíacas.

Não se dá bem com seus superiores? Então, cuidado. Além da sua carreira, seu coração também pode estar em risco.
4 dicas para evitar um dia de fúria no trabalho
De acordo com estudo feito por um grupo de cientistas suecos, profissionais que avaliavam seus chefes como maus líderes tinham 25% mais chances de desenvolver uma doença cardíaca. 

Pior: a pesquisa constatou que essa tendência tem efeito cumulativo. Profissionais que trabalhavam há mais de 4 anos sob essas condições tinham 39% mais risco de ter uma isquemia cardíaca.

Para avaliar o estilo de liderança de seus superiores, os 3.122 participantes da pesquisa davam notas para aspectos como clareza de informações e metas para a equipe, nível de autonomia de cada subordinado, e até se os funcionários eram elogiados, entre outros.

Os resultados de uma pesquisa feita com a participação de brasileiros pelo International Stress Management Association (ISMA) apontam um cenário semelhante. De acordo com o estudo, profissionais que não tinham um grau de autonomia compatível com suas responsabilidades apresentavam 67% mais risco de desenvolver uma doença cardiovascular.

A relação entre baixa qualidade do estilo de liderança e doenças cardíacas estão ligadas ao ambiente estressante que esse tipo de comportamento da chefia impõe. “Isso coloca a pessoa em uma situação de grande vulnerabilidade”, afirma Ana Maria Rossi, presidente do ISMA Brasil.

E a ciência comprova essa ideia. Há alguns meses, outro grupo de cientistas constatou que mulheres com menos de 50 anos que trabalham sob estresse têm 35% mais chances de desenvolver doenças cardíacas do que as que não atuam nessas condições.

De acordo com a especialista, o quadro se agrava exatamente porque as pessoas não sabem desenvolver estratégias de resistência à situações de pressão. “Elas engavetam suas emoções”, afirma Ana Maria. “E recorrem a atitudes não saudáveis, como ingestão de bebidas alcoólicas ou mesmo alimentação rica em açúcar, para compensar isso”.

Os métodos de prevenção, nesse sentido, estão ligados ao cultivo de hábitos saudáveis como manter uma atividade física, alimentar-se bem e dedicar alguns momentos para lazer e relacionamentos para além do trabalho.

Fonte: Exame.com

As dez doenças que mais afastam as pessoas do trabalho

Levantamento inédito feito pelo iG Saúde mostra o ranking das dez doenças que mais afastaram os trabalhadores do serviço em 2010 e resultaram em 571.042 licenças trabalhistas, uma média de 65 por hora.




A lista foi produzida pela reportagem com base nos registros oficiais previdenciários, compilados pelo Ministério da Previdência Social e são referentes às licenças trabalhistas que tiveram duração superior a 15 dias. Para os especialistas, os dados sobre os problemas de saúde que mais resultaram em ocorrências têm uma dupla relação de causa e efeito.

Da mesma forma que dor nas costas, joelhos machucados, hérnia inguinal, depressão, mioma uterino, varizes, doença isquêmica do coração, hemorragia no início da gravidez, câncer de mama e bexiga caída são líderes - nesta ordem - em fazer com que as pessoas fiquem afastadas de seus cargos, estes problemas também podem ser reflexo das más condições do ambiente de trabalho.

As 10 mais:
1-
 As dores nas costas, resultantes da má postura, obesidade e componente genético, é o problema de saúde que mais afastou pessoas. Foram 159.792 benefícios em 2010.

2- Os joelhos, afetados dentro e fora do ambiente profissional, ocuparam o 2º lugar no ranking de afastamentos, com 107.666 benefícios concedidos pela Previdência em 2010.

3- No 3º lugar do ranking estão as hérnias inguinais. Este problema não tem relação direta com a saúde ocupacional, mas o impacto é trabalhista. Foram 79.962 afastamentos.

4- Os transtornos de humor são crescentes no grupo de doenças ligadas ao trabalho. A depressão é o principal deles, ocupou o 4º lugar no ranking com 55.871 afastamentos.

5- O mioma uterino, doença feminina que não pode ser considerada consequência trabalhista, também mostrou impacto profissional. Ficou em 5º lugar, com 46.379 afastamentos.

6- Já as varizes ficaram em 6º lugar com 43.439 afastamentos e podem ser relacionadas diretamente à profissão, já que são agravadas quando a pessoa passa muito tempo sentada.

7- As doenças isquêmicas do coração, mistura de componente genético, hábitos de vida e também estresse, ficaram em 7º lugar nos afastamentos, com 27.218 registros.

8- Também pontuaram no ranking do afastamento as hemorragias no início da gravidez, com 25.232 registros, acima inclusive dos próprios afastamentos por motivo de parto.

9- O câncer de mama também apareceu no ranking, na 9ª posição, com 13.363 afastamentos.

10- O 10º lugar foi ocupado pela popular "bexiga caída", que rendeu 12.120 afastamentos em 2010, doença que é caracterizada, em especial, pelo escape da urina.

Profissão Técnico de Segurança do Trabalho

Acidente de trabalho terminou em morte no Sul do Estado


Acidente de trabalho terminou em morte no Sul do Estado Divulgação

Ricardo Alves Alano, 20 anos, morreu na tarde de quarta-feira (2), esmagado por uma pedra no interior do município de Treze de Maio, no Sul de Santa Catarina. O jovem trabalhava na extração de pedras.
No momento do acidente, ele fazia o corte do minério junto com outro rapaz. Uma parte da pedra pesando cerca de 20 toneladas caiu sobre Ricardo que morreu na hora
Os trabalhos para a retirada do corpo foram de aproximadamente duas horas. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), de Tubarão.

Nova NR 34




Trata-se de proposta de texto para criação da Norma Regulamentadora sobre Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria Naval (NR-34) disponibilizada em Consulta Pública pela Portaria SIT n.º 182, de 30/04/2010 para coleta de sugestões da sociedade, em conformidade com a Portaria GM n.º 1.127, de 02 de outubro de 2003.
As sugestões podem ser encaminhadas ao Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho – DSST das seguintes formas:
a) via e-mail: normartizacao.sit@mte.gov.br
b) via correio:
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho Coordenação-Geral de Normatização e Programas / Esplanada dos Ministérios - Bloco “F” - Anexo “B” - 1º Andar - Sala 107 - CEP 70059-900 - Brasília - DF







http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_34.doc

NOVA NR-12 CONSULTA PÚBLICA

Pessoal, finalmente a alteração da NR-12, que por sinal ficou muito bacana, com várias alterações e aparentemente suprindo as necessidades.

segue link para consulta



http://www.mte.gov.br/seg_sau/nr_12_texto.pdf





Nova NR 12 traz proteção específica para diferentes áreas
Data: 28/12/2010 / Fonte: Revista Proteção

Ilustração: Beto Soares/Revista Proteção

A nova NR 12 promete revolucionar a proteção dos trabalhadores em relação às máquinas. Uma primeira olhada sobre o conteúdo já chama atenção pelo tamanho. Enquanto a versão anterior contava com um ­texto base de seis itens principais e mais dois anexos, um para mo­tosserras e ou­tro para cilindros de massa, a nova tem texto base com 19 itens principais, três apêndices, sete anexos e um ­glossário. São 14.500 caracteres, um total de cin­co pá­ginas, contra mais de 230 mil letras, o que proporcional­mente dará cerca de 80 páginas para a nova norma. Dessa forma, traz explicações bem mais detalhadas sobre ins­tala­ções e dispositivos de segurança.

"Agora é outro mundo, com explicação muito mais clara sobre o que é necessário. Uma evolução drástica do texto em si e com a criação de um grupo de trabalho permanente que vai discutir melhorias. A situação que tínhamos antes era de uma norma valendo de 1978 até 2010. A tecnologia avançou, e a norma trazia algo de 32 anos atrás. Se atualizou o texto e se coloca a ­oportunidade de uma atualização contínua", avalia o engenheiro de segurança João Baptista Beck Pinto, que coordena um GT de Saúde, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), no Rio Grande do Sul.

Alterações
Criada pela Portaria 3214, de 08 de junho de 1978, a NR 12 sofreu uma primeira alteração em 1983. Em 1994, a norma ganhou o anexo de motosserras e, em 1996, o de cilindros de massas. Mais duas pe­quenas mudanças ocorreram em 1997 e em 2000. Já a publicação da nova NR 12 traz uma transformação total, alcançada de forma tripartite. O nome da norma também mudou. Agora chama-se NR 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. "O mais importante da nova versão são as informações mínimas para que a máquina seja concebida de forma se­gura. Queremos a médio prazo uma no­va geração de máquinas", afirma a coorde­nadora do GTT da NR 12, a auditora ­fiscal da SRTE/RS, Aida Becker.

Já para os trabalhadores, há avanços em to­da a concepção da norma. "Modernizada, buscou contemplar a maioria dos dife­rentes modelos de máquinas e equipamentos inseridos nos distintos processos de trabalho. Ela se ateve aos rumos da glo­balização, com visão atual alinhada às nor­mas - nacionais e internacionais - mais re­centes; e vislumbrou proteger, de fato, os envolvidos no processo de fabricação, en­­volveu compradores e usuários, e vis­lum­brou a segurança no ambiente ao redor da máquina. Em sua nova roupagem, vejo como um dos melhores trabalhos ge­rados pelo processo tripartite e dará uma no­va dimensão à Segurança do Trabalho a grande parte dos setores produtivos", analisa o técnico de segurança do Sindicato dos Meta­lúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Adonai Ribeiro.







Pedreiro morre em acidente de trabalho, no Centro de Joinville

O operário estaria limpando a caixa da água no alto de um prédio quando caiu dentro de uma escada circular. Ele quebrou o pescoço





Bombeiros usaram plataforma elevatória para retirar corpo de operário do prédio
Um pedreiro que trabalhava no alto de um edifício em construção na esquina da rua Sete de Setembro e avenida Dr. Paulo Medeiros, no Centro de Joinville, morreu ao cair do topo da estrutura dentro de uma escada circular que fazia acesso entre os andares. O acidente de trabalho aconteceu durante a manhã desta segunda-feira, por volta das 10h.
A vítima trabalhava na limpeza da caixa da água quando escorregou e caiu dentro da escada. Ele teria quebrado o pescoço e sofrido diversas escoriações pelo corpo. A queda foi de aproximadamente dois metros. Uma equipe do Samu esteve no local para atestar o óbito.
“Não sabemos se ele teve um mal súbito ou se caiu. Ele fraturou o dorso”, explicou o médico Fábio Selbach. Policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil também foram verificar a ocorrência. Apesar de ser um acidente de trabalho, eles conversaram com um dos operários que estavam do outro lado da rua no momento da queda. O pedreiro que trabalhava com a vítima não foi encontrado.
O corpo do operário morto precisou ser resgatado pelos bombeiros voluntários. Com o auxílio da UPE (Unidade de Plataforma Elevatória), caminhão adquirido pela corporação em dezembro de 2010, eles subiram aproximadamente 30 metros por fora do prédio e retiraram a vítima. Uma mulher que se identificou como esposa do pedreiro estava em estado de choque.
“Eu quero ir com ele para o hospital. Ele está vivo, eu sei, vocês vão levá-lo pra o hospital?”, perguntava. Ela chegou ao local no momento em que o corpo estava sendo colocado na maca do IML e identificou o marido. O operário foi identificado como Cleiton de Morais Ujeta.